Em Anápolis, o perfil de solo residual de granito e gnaisse exige um olhar atento para a compactação. Muitas vezes vemos na cidade que o material da jazida, apesar de visualmente adequado, perde resistência com uma variação mínima de umidade — e isso só o Proctor detecta. O maciço local tem comportamento distinto dos solos sedimentares comuns em Goiânia, e a transição entre o horizonte siltoso e a rocha alterada costuma gerar aterros heterogêneos. Por isso, o ensaio Proctor é mais do que uma rotina de laboratório: é uma necessidade para calibrar o controle de campo. Executamos tanto a energia normal quanto a modificada, dependendo da solicitação do pavimento ou da fundação rasa. Em obras do Distrito Agroindustrial de Anápolis, combinamos esse ensaio com a granulometria para entender a distribuição das partículas e ajustar a especificação técnica de cada camada compactada.
A umidade ótima detectada no Proctor não é um número teórico: em Anápolis, desvios de 2% podem reduzir a resistência do aterro em até 40%.
